domingo, 17 de agosto de 2008

quem faz um filho, fá-lo por gosto!

Fazer uma música é como fazer um filho...

Primeiro, é preciso ter um pai - algo que nos anda a remoer na cabeça, que queremos muito dizer ao mundo, e a música é uma forma de expressar o que sentimos, de forma poética, subtil...

Depois, dói do caraças - só consigo criar músicas quando estou num estado de espírito muito estranho... não recomendável a repetir muitas vezes, para bem da minha saudinha!!!

No fim, é um orgulho - tal mãe babada, a olhar para a sua música e a tocá-la vezes sem conta...

Agora percebem porque é que não estou sempre a fazê-las? :)

1 comentário:

Vânia :) disse...

Hum... essa teoria do filho está realmente de mais!!!! Mas pronto, penso que a parte final de ficares orgulhosa com a musica e poderes mostrar ás pessoas é capaz de compensar as outras duas... Também podes inventar musicas mais alegres e de certo que o teu estado de espírito para essas não precise de ser tão "estranho". Quanto à tua saudinha... pronto... no comments! Em conclusão, se através da musica consegues expressar o que sentes e dizeres coisas que não dizes no dia a dia, mais uma razão para dedicares mais um tempinho a ela ;)